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Oi, nós somos a Beró

A Beró Arquitetura surgiu da vontade de fazer novos ventos soprarem numa área onde tudo é igual demais, monótono demais...​

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Assim surgiu um lugar que acredita numa arquitetura diferente, que não é só baseada em projeto, mas sim no viver!

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Uma série de serviços novos foram criados para atender quem quer tomar o rumo de seu espaço. Foi formada uma equipe totalmente feminina, que vê a arquitetura de um jeito especial, algo não encontrado em nenhum outro lugar.

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Beró significa rio, transformação.

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Pode parecer esquisito chamar um lugar onde se faz arquitetura de “rio”, mas já parou para pensar que boa parte das cidades surgiu na beira de um?

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Rios são vivos, e o que é vivo muda. Assim como a vida, os rios também correm. Rios nunca são os mesmos, estão em
constante mudança, vivem, serpenteiam, assumem novas formas e redesenham suas margens.

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E esse leito muda conforme a vida muda. No seu espaço, a vida floresce, caminha e se transforma.

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É na arquitetura que inventamos nossos portos seguros, lugares de chegadas,

de içar velas e ver elas soprarem.

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E a arquitetura não é feita de projeto, de cimento e quebradeira.

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Isso faz parte, mas não é nem de perto o principal.

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A matéria-prima da arquitetura é outra, bem mais importante: a própria transformação.

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O fluxo da vida faz com que nós estejamos em constante mudança.

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O espaço que ocupamos tem tudo a ver com isso, desde a liberdade do primeiro apartamento bagunçado até a mudança para acompanhar o nascimento do novo membro da família.

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A mudança para perto da nova universidade e para aquele bairro agitado.

O imóvel que vai garantir a conquista de uma renda.

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A construção do sonho de uma vida tranquila num espaço mais retirado, com árvores e um pátio para botar os pés na grama.

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A arquitetura faz florescer nosso estilo de vida. Ela permite que nos sintamos valorizados e, muitas vezes, que consigamos aproveitar plenamente as possibilidades que queremos

do mundo.

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Para isso, ela não pode ser padronizada, mas sim tem que seguir um projeto criado junto com você.

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Ela tem que entender os saberes locais, a cultura onde está inserida, tem

que entender do seu estilo de vida, e como esse estilo se encaixa no mundo.

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Sabemos disso, e por isso fazemos e defendemos uma arquitetura humana, que atenda seu jeito de ser, seus objetivos e seu momento.

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Uma arquitetura que respire, que tenha espaço para evoluir e mudar suas margens.

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Uma arquitetura acessível, que possa propor mudanças mesmo em situações

onde isso parece difícil.

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Uma arquitetura que construa pontes e que faça a vida florescer e ter um pouquinho de poesia.

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É por isso que somos Beró.

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Trecho do manifesto de autoria do designer e professor Guilherme Canon.

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